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A Era das Trevas da Disney | Oliver e sua Turma (1988)

Quando ele foi contratado pela Disney, uma das grandes inovações que Jeffrey Katzenberg trouxe para a companhia foram os ditos Gong Shows, uma reunião com os animadores onde cada um deles deveria apresentar ideias novas para o futuro do departamento animado. Caso a ideia fosse vetada por Jeffrey, ele soaria um gongo (daí o gong do nome), e caso a ideia em questão lhe apetecesse, ele daria sinal verde e as preparações envolvendo o novo projeto começariam imediatamente. Na primeira dessas reuniões, logo quando Eisner e Katzenberg tinham acabado de entrar no estúdio, Ron Clements sugeriu duas ideias; uma adaptação de A Pequena Sereia, de Hans Christian Andersen, e A Ilha do Tesouro no espaço — ambas ideias foram vetadas com o soar do gongo. O que não foi vetado, no entanto, foi a sugestão do roteirista Pete Young, “Oliver Twist com cachorros”, que foi recebida com extremo entusiasmo por Jeffrey Katzenberg, que sempre teve vontade de produzir uma adaptação cinematográfica do musical Oliver! enquanto na Paramount. Agora ele poderia realizar seu sonho, em um filme animado estrelando cachorros, e assim surge o 27º filme animado dos estúdios Disney; Oliver e sua Turma, em 1988.

Oliver Twist, obviamente, é o romance do grande autor inglês Charles Dickens, publicado mensalmente, em prestações, em uma revista inglesa, como um folhetim, entre 1837 a 1839. Conta a história do titular protagonista, um órfão sofredor que foge de sua cidade do interior para Londres, onde é persuadido pelo bandido Fagin a entrar em sua gangue de batedores de carteira, composta por meninos de sua idade.

Em um desses crimes, Oliver é pego pela polícia, mas a vítima do roubo, Sr. Brownlow, um senhor de elite, tem pena do protagonista, e decide adotá-lo, levando-o para sua casa, onde Oliver é bem cuidado e encontra um lar amoroso pela primeira vez. No entanto, o mandante de Fagin, Bill Sikes, não está satisfeito com essa situação, e quer porque quer por as mãos em Oliver novamente, para o desgosto de sua namorada, a ladra e possível prostituta Nancy, a única membra da gangue de Fagin a demonstrar compaixão para com Oliver, que fará o possível para impedir que o vilão ponha as mãos no garoto.

Quando chegou a vez da Disney adaptar a obra, ela naturalmente cortou diversos elementos do material original, para deixá-la mais infantil e palatável ao gosto das crianças, o seu público alvo, uma tática não incomum para o estúdio, sobretudo no que tange obras literárias, que muitas vezes estão o mais distante possível da imagem lúdica e inocente pela qual a companhia de Mickey Mouse preza por.

Oliver Twist é um grande exemplo disso, com a obra de Dickens sendo particularmente densa e pesada, sobretudo porque o autor queria retratar a precariedade e os horrores da vida da população às margens da sociedade da Inglaterra do século XIX (o que ele conseguiu de forma um tanto quanto precária, um ponto no qual eu poderia me estender, mas não vou porque este texto não é sobre Oliver Twist e porque Oliver e sua Turma é suficientemente afastado de sua inspiração a ponto de que comparar ambas as obras se torna fútil e tolo).

O diretor da obra, George Scribner, animador de longa data da Disney em seu único cargo na direção, junto com os roteiristas e o grupo de animadores do projeto cortaram muitos dos momentos mais tensos aqui, assim como qualquer pretensão de se posicionar sobre a desigualdade social e as condições precárias dos pobres, realizando apenas mais uma aventura despretensiosa com animais falantes.

Saímos da Londres do século XIX e nos mudamos para a Nova York dos anos oitenta, sendo este um dos poucos filmes do estúdio a se ambientar no período atual, ou o que era o período atual na época de seu lançamento, e o garotinho Oliver se transforma em um gato de rua. Fagin não é mais um antagonista (e também deixa de ser um estereótipo antissemita, felizmente) e apenas um mendigo azarado, mas de bom coração, assim como sua gangue, não mais composta por meninos de rua, mas sim por cachorros, que roubam comida e dinheiro para ele.

Eles não abusam mais de Oliver, e funcionam agora como uma verdadeira família para o protagonista, sobretudo o cão Esperto (ou Dodger), o co-protagonista, que no livro era um malandro e arruaceiro, mas que aqui desenvolve um laço com Oliver e funciona como um irmão mais velho para o mesmo (tudo isso faz com que a personagem de Nancy se torne dispensável e seja cortada, já que, com a gangue de Fagin não sendo malvada e não querendo fazer mal a Oliver, não precisamos de alguém para fazer o papel da única pessoa boa e piedosa neste mundo de podridão). Sr. Brownlow é trocado pela garotinha rica Jenny, que encontra Oliver na rua no meio da história e decide adotá-lo, e Sikes deixa de ser um líder de gangue e vira um agiota com quem Fagin está endividado, mais alinhado com o período contemporâneo onde a obra se passa.

Mas, quando citamos adaptações cinematográficas de Oliver Twist, apesar de terem existido muitas ao longo dos anos, apenas algumas poucas se destacam e marcam presença. As mais notórias são a versão inglesa, em preto e branco, de 1948, e a adaptação cinematográfica do musical Oliver!, de 1968 — sem o envolvimento de Jeffrey Katzenberg — que foi o grande vencedor do Oscar do ano seguinte. Oliver e sua Turma está faltando no que tange as grandes adaptações para o cinema da obra de Dickens, assim como também está quando os grandes clássicos animados da Disney são levantados, sendo quase que totalmente esquecido. E há um bom motivo para isso — no caso, o fato de a obra em questão não ser muito boa.

Isso não significa que o filme é totalmente horrível. Existem alguns elementos aqui que eu realmente gosto e que se destacam. O principal deles é a cena de abertura, que nos introduz a Nova York, nos mostrando as ruas, os carros, as pessoas, os arranha céus e os letreiros, e de maneira bem charmosa e envolvente. O fato de este ser um dos poucos filmes à de fato se passar na contemporaneidade ajuda a refrescá-lo e lhe dá certa dose de personalidade.

A maneira colorida, minimalista e um pouco tortuosa com que os animadores pintaram as ruas de Nova York aqui me remeteram ao cubismo, mas principalmente ao movimento pop art. A abertura do filme é cheia de vida e realmente envolvente, enquanto nós vemos o movimento da cidade pelos olhos de Oliver. Esta foi a primeira vez em cinquenta e um anos que um longa animado da Disney retratou a cidade de Nova York e, nos minutos iniciais, Oliver e sua Turma conseguem fazer jus ao imaginário da cidade — barulhento, claustrofóbico e cheio de vida.

Mas não demora muito para que logo a animação de Oliver e sua Turma caia em qualidade depois disso. A atenção aos detalhes e a essência atmosférica dos cenários que vemos inicialmente logo são deixados de lado, e ficamos com visuais extremamente genéricos e pobres, sobretudo os cenários, que parecem não estar sendo pintados com nenhum cuidado, e sendo tratados apenas como planos de fundo quaisquer por onde os personagens podem andar, além de parecerem estranhamente mal acabados em alguns momentos, me remetendo à era da xerografia, com seus designs mal acabados e apressados. O trabalho todo fica bastante preguiçoso e nada se destaca. Os próprios designs dos personagens são bastante qualquer coisa, com os animais em questão sendo apenas um bando de animais fofos e genéricos que nós podemos encontrar em qualquer desenho animado, sem nenhuma personalidade própria.

Na parte técnica, a única coisa que se vale a pena notar é que, continuando no rumo de As Peripécias do Ratinho Detetive, este filme continuou experimentando com o uso de computadores para auxiliar na animação, até mais do que o seu antecessor, com onze minutos no total aqui sendo feitos através de computadores, incluindo todo o clímax final. Este filme não é tão bem sucedido quanto Ratinho Detetive no seu uso de CGI, até mesmo por usar mais da técnica, o que faz com que seu uso ressalte mais aos olhos do que nesta outra obra, que surpreendentemente envelheceu muito bem no que tange sua empreitada utilizando de computadores, com o clímax final que se utiliza das máquinas sendo impressionante até para olhares contemporâneos.

Mas, com isso dito, o uso de CGI aqui não chega a ser desastroso, ele não é nem ruim, e eu tampouco acho que teria percebido sua inserção caso eu não soubesse previamente de seu uso, mas uma vez que o espectador sabe o que esperar, fica meio óbvio quando algum objeto cênico gerado computalmente aparece, devido aos seus movimentos robóticos e que não fluem bem com o resto da cena em questão.

Mas mais do que o uso de computadores, a produção de Oliver e sua Turma é notória por ser a primeira entre as animações da Disney a se utilizar do sistema CAPS, desenvolvido pela Disney em conjunto com um pequeno e insignificante estúdio chamado Pixar, que essencialmente fazia o que a xerografia fazia (copiar os desenhos dos animadores e transferi-los para os planos de fundo) mas ao invés de ser com uma fotocopiadora, a máquina utilizada eram os computadores, e o detalhamento e o tingimento dos desenhos eram feitos através das máquinas ao invés de à mão — de agora em diante todos os filmes da Disney realizados tradicionalmente se utilizariam do sistema CAPS, então eu acho que isso faz de Oliver e sua Turma historicamente significante…?

Estranhamente este filme está cerceado de elementos que iriam deslanchar e se tornar lugar comum por entre as animações com o passar do tempo, mesmo que a obra em específico tenha se perdido. Por exemplo Howard Ashman, compositor da Broadway, escreveu uma das canções de Oliver e sua Turma — ele e seu constante colaborador, o musicista Alan Menken, iriam se tornar peças chave para os estúdios Disney e seu sucesso subsequente daqui para frente, compondo os grandes musicais que iriam sair da casa do Mickey nos anos noventa; A Pequena Sereia, A Bela e a Fera e Aladdin.

Mas mais do que Ashman, este filme se aparenta muito com os filmes descolados e cheios de referências à cultura pop que iriam se proliferar pelo mercado animado hollywoodiano no começo do novo milênio, sobretudo pelas mãos da Dreamworks. Isto fica claro desde o princípio, com o filme querendo retratar os tempos atuais em si, diferentemente da maioria dos filmes do estúdio, que normalmente se passam em ambientações lúdicas e fantasiosas — aqui, como citado, nós caímos direto na Nova York dos anos oitenta, e o filme é lotado de músicas e roupas da época, além de os personagens no geral agirem me maneira menos graciosa e polida como muitos dos personagens da Disney, e mais brusca e marrenta.

No entanto, Oliver e sua Turma é bem menos exagerado com a inserção de elementos contemporâneos em si do que, digamos, os filmes da Dreamworks, por exemplo, por deixar esses elementos mais no plano de fundo, e não tanto explicitamente no texto (os personagens não abertamente fazem referências e falam gírias, por exemplo).

Ainda assim, o filme claramente queria capitalizar no que estava popular, e o que faz disso ainda mais óbvio é o seu uso de artistas dublando os personagens, em sua maioria cantores, que também emprestam suas vozes para a trilha sonora, que mais parece músicas pop que escutaríamos nas rádios de 1988 do que parte do repertório de um musical. Billy Joel, a voz de Dodger, canta a grande canção aqui, Why Should I Worry, que depois o próprio tratou como um single seu, lançando em suas coletâneas, e é realmente lá que essa música pertence — não que ela seja ruim, pelo contrário, ela é agradável e gruda na cabeça, mas, como citado, é apenas uma música pop inserida em um filme da Disney.

O mesmo pode ser dito da maior parte das outras canções aqui. Sheryl Lee Ralph dubla outra cadela no filme, e ela também tem seu momento onde canta uma canção pop, e Bette Middler, que dá voz à poodle Georgette, tem um número no maior estilo Broadway. Eu entenderia se estas inserções contemporâneas incomodassem alguém, e fizessem achar que o filme está datado, mas eu não me incomodo tanto com elas, porque, como dito, Oliver e sua Turma sabe dosá-la, e não deixam esses elementos tão escancarados a ponto de se tornarem distrativos e tirarem o foco do principal, servindo apenas para criar uma atmosfera moderna e casual para a obra — como citado, a atmosfera que o filme consegue criar da cidade de Nova York oitentista é um dos poucos elementos bons aqui.

Assim, o filme se assemelha menos aos filmes descolados e modernosos da Dreamworks, e mais à 101 Dálmatas, outro filme da Disney estrelando animais que se ambienta no período atual — os anos sessenta, no caso — e que consegue criar a essência da década, com sua trilha sonora de jazz e sua estética intimista e boêmia, sem necessariamente esfregar estes elementos na nossa cara.

Eu tenho a impressão de que Oliver e sua Turma funcionaria muito melhor como um especial de televisão do que como um filme, porque ele é tão inconsequente, e vazio de qualquer tipo de emoção. A obra é basicamente composta de sequência estrelando animais entrando em confusão, atrás de sequência de animais entrando em confusão, sem nenhum cuidado para além disso, sem a preocupação por parte dos animadores de tentar tirar uma narrativa envolvente ou personagens interessantes dessa premissa, e o resultado é um filme extremamente inconsequente, sem nada que invista o espectador em seu universo e o sugue para dentro.

A história é basicamente a de que Oliver, um gato de rua, é adotado pela gangue de Fagin, liderada na realidade por Dodger, o cão malandro dublado por Billy Joel, com quem o protagonista desenvolve um laço especial. Durante uma das tramoias dos cães para arranjar dinheiro para Fagin — que precisa pagar sua divida com Sikes — , ele é encontrado por Jenny, uma menininha rica, que decide adotá-lo e levá-lo para sua casa. Isso quebra o coração dos cachorros, sobretudo de Dodger, que se sentem abandonados por Oliver, até que Fagin tem a ideia de extorquir dinheiro de Jenny, sequestrando Oliver, para assim ter como pagar Sikes, mas o tiro sai pela culatra, quando Sikes engana Fagin, e, quando Jenny aparece no lugar marcado para resgatar Oliver, o vilão sequestra a garota para extorquir dinheiro de seus pais, fazendo com que os cães precisem salvá-la.

Mas o filme quase nunca para e valoriza por momentos menores, onde nós podemos conhecer esses personagens, ao invés, como citado, parecendo mais um retalho de um punhado de cenas com animais correndo para lá e para cá costuradas juntas. Nós não temos tempo para de fato conhecer esses personagens para além da superfície, e eles viram apenas arquétipos, sem que nós sintamos uma conexão nossa com eles e deles entre si próprios. O filme, ao invés, vai no piloto automático, nunca parando para um minuto sincero entre os personagens, se tornando vazio. E é daí que eu digo que o filme termina extremamente inconsequente.

Não há nada aqui que valha a pena se importar por, não há nada além de comédia física e animais entrando em confusão, não há estacas, não há substância, é, mais uma vez, como um episódio de desenho animado alongado se vendendo como um filme. O filme até tenta vender uma maior conexão emocional entre os personagens, como quando Oliver diz para seus amigos que morará com Jenny e Dodger se sente traído mas elas não funcionam porque a obra não trabalhou esta conexão durante a obra para que ela floresça, e tudo soa como uma tentativa superficial de instigar o público a se sentir compelido pelos dramas destes personagens, sem que os responsáveis pela história tenham realmente feito por merecer este investimento, ao invés simplesmente jogando um ponto dramático que vem do nada e vai para lugar nenhum — sim, porque ele tampouco é resolvido ou até ressurge outra vez, com Dodger e Oliver terminando o filme bem sem terem tido a chance de se resolver.

O engraçado é que, em seus primeiros estágios, Oliver e sua Turma parecia ter um direcionamento narrativo maior do que o que acabou tendo. Inicialmente, os pais de Oliver teriam sido mortos pelos Dobermans de Sikes, e o resto da história seria puxado pela vingança do protagonista. Eu não tenho como atestar pela qualidade dessa versão, e até tenho minhas dúvidas quanto a ela, devido a sua essência ser diametricamente diferente da obra original (um Oliver vingativo é tudo menos o texto de Dickens), mas ao menos ela seria motivada por algo, e teria algo a oferecer. Mas, ao invés a Disney preferiu ir pelo caminho seguro, com mais um filme de animais fofinhos entrando em confusão, sem nada além disso para oferecer, e terminando como um mais do mesmo.

Os preparativos para o lançamento desta obra também não foram dos mais calorosos dentro da Disney. Não só os críticos não foram favoráveis a mesma, com o consenso parecendo ser o de que “apesar de fofo, Oliver e sua Turma não chega perto de atingir os grandes clássicos da Disney”, mas os animadores pareciam possuir da mesma opinião, com nenhum dentre eles realmente satisfeitos com o projeto, e meio que indo empurrando com a barriga ao perceber que nada de muito positivo sairia dali, para a irritação de Jeffrey Katzenberg, que ainda estava afeiçoado ao projeto, sobretudo por encará-lo como uma ideia exclusivamente sua. “Vocês querem vencer o Oscar ou o prêmio do Banco Americano?”, Jeffrey repetia tantas vezes para os animadores desanimados durante a produção desta obra que acabou virando um mantra.

E, de fato, Oliver e sua Turma ganhou o prêmio do Banco Americano, na forma de 74.2 milhões de dólares arrecadados, vencendo o arquirrival da Disney, Don Bluth, e seu Em Busca do Vale Encantado, que abriu no mesmo final de semana que Oliver. Mas há um motivo para Em Busca do Vale Encantado ser lembrado carinhosamente até hoje por muitos, e Oliver e sua Turma ter sido praticamente esquecido em sua totalidade.

Com o sucesso de O Ratinho Detetive e a recém-descoberta mina de ouro que eram os relançamentos dos clássicos da Disney em VHS, Michael Eisner acabou por descobrir que Roy E. Disney estava certo; no fim das contas, o departamento animado sempre seria a alma e a identidade da Disney e, mais importante ainda, havia dinheiro para fazer em cima desses desenhos animados infantis.

Com sua descoberta envolvendo as possibilidades das animações, Eisner decidiu revigorar o departamento, e logo um plano de se lançar um filme animado anualmente foi concebido dentro do estúdio, algo que Walt Disney sempre sonhou em poder em fazer, durante os anos quarenta, e em seu ressurgimento, nos anos cinquenta, mas nunca pôde. Agora, com uma tecnologia mais apurada e um novo corpo de trabalhadores, Eisner finalmente conseguiria realizar o sonho de seu antecessor, e Oliver e sua Turma foi o primeiro lançado nesse novo regime. Enquanto que as pretensões de Eisner iriam vingar (e falhar novamente), podemos facilmente concluir que esta primeira empreitada está longe de ser o momento mais brilhante de sua gestão.

E assim, Oliver e Sua Turma se fecha como um dos muitos que tentaram beber da fonte de A Dama e o Vagabundo e o 101 Dálmatas, sem a sensibilidade do primeiro e o senso de diversão do segundo, se fechando, possivelmente como o pior filme da Disney do gênero animais-falantes-entrando-em-confusão, isso porque nem gostei tanto de Aristogatas.

Oliver e sua Turma

Oliver e sua Turma
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Oliver é um gato de Nova York que, para sobreviver, une-se a Esperto, Tito e Einstein, um grupo de cachorros de rua cujo dono é um humano chamado Fagan. Após ser inicialmente rejeitado, Oliver é adotado por Jenny, uma rica e solitária garotinha, que é sequestrada por um perigoso bandido e seus ferozes dobermans.
Oliver é um gato de Nova York que, para sobreviver, une-se a Esperto, Tito e Einstein, um grupo de cachorros de rua cujo dono é um humano chamado Fagan. Após ser inicialmente rejeitado, Oliver é adotado por Jenny, uma rica e solitária garotinha, que é sequestrada por um perigoso bandido e seus ferozes dobermans.
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