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Viúva Negra | Crítica

E então Natasha Romanoff ganha seu primeiro – e único – filme solo. O que eu realmente acho triste é que tenham feito Viúva Negra apenas após sua morte em Ultimato, quando na verdade tiveram 10 anos para desenvolver vários filmes solos dela. Mas ok.

Todos sempre falam do quanto o Batman é um super-herói sem poderes e do quanto ele é muito mais próximo de nós do que todos os outros, e do quanto sua humanidade é importante para ele. Viúva Negra é a versão do Batman, só que sem todo o dinheiro e os brinquedinhos. Eu facilmente me identifico com ela e me imagino como uma grande espiã que defende o mundo com dois batões.

O longa se passa logo depois de Guerra Civíl, quando os Vingadores se dividem e Romanoff (Scarlet Johansson) está foragida. Entre suas fugas pela Europa, ela acaba recebendo um pacote, com algumas capsulas e um polaróide com fotos de uma vida passada. E então se descobre que há uma ponta solta sobre seu passado que ela precisa resolver, mas para isso precisa encarar o passado, e uma família perdida.

A verdade é que apesar de muitos pensarem que esse é um filme da Natasha, a verdade é que ele serve para apresentar a Yelena (Florence Pugh) a personagem que futuramente (provavelmente) será a nova Viúva Negra na fase 4 da Marvel ( e ela está incrível. Eu só preciso de mais dessa mulher.)

Eu sai do cinema com meu coração quentinho, afinal se trata de um filme que apresenta um pouco da nossa amada Romanoff, e sinceramente, seria mesmo um disperdício se não tivessem feito nada da personagem. É uma dispedida para ela, mesmo que só sentimos esse gostinho na cena pós-crédito. Aqui o filme apresenta os conceitos que vemos em Ultimato, e os sentimentos que ela tem em questão dos Vingadores serem sua família, e desenrola mais sobre ela, e porque ela escolheu realmente se sacrificar pela Joia da Alma. Ela realmente descobre que tem não uma, mas duas famílias.

Eu confesso que provavelmente, tanto Viúva Negra quanto Capitã Marvel, são dois filmes solos que só foram feito porque “precisavam” fazer. E não porque realmente estava dentro do planejamento geral. São os filmes solos mais fracos (perdendo talvez para Thor O Mundo Sombrio)da Marvel. Mas amamos mesmo assim. Ele apresenta uma personagem em busca de vingança para que consiga finalmente curar suas próprias feridas. Excepcionalmente, é um filme sobre sentimentos. Com ação suficiente para sentirmos que é um filme da Marvel, mas diferente de um jeito bom, apresentando então a verdadeira força da Viúva Negra: seu coração.

Viúva Negra chega dia 8 nos cinemas e exclusivamente no Disney+ pelo Premier Access em 9 de julho.

Viúva Negra

Viúva Negra

Viúva Negra
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Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.
Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.
4/5
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