Globo divulga fotos e data de lançamento do novo talk show Que História é essa, Porchat?

A Rede Globo divulgou primeiras imagens do novo talk show de Fábio Porchat, sucesso no GNT, Que História é essa, Porchat? Que estrearão em rede nacional a partir de 15 de novembro. Confira abaixo as primeiras imagens:

Reunindo famosos e anônimos, o programa tem objetivo de revelar histórias mais inusitadas, em bate-papos, e sua primeira temporada conta com a participação de Regina Casé, Marcelo Serrado, Fernanda Torres, Ivete Sangalo, Fátima Bernardes, Chay Suede, Deborah Secco, Tadeu Schmidt e Cauã Reymond, entre outros.

Em um cenário de 360 graus, contado com a participação ativa da plateia, além dos convidados, o talk show reforça a ideia de conexões entres as pessoas, no compartilhamento de e histórias e experiências pessoais.

Que História é essa, Porchat? estreia em 15 de outubro na Rede Globo, logo após o programa The Voice Brasil, todas as quintas-feiras.

Confira abaixo a entrevista, cedida pela Rede Globo, sobre o programa e como a ideia surgiu para Fábio Porchat, o criador do programa:

Como recebeu a notícia de que o programa iria para agrade da TV Globo? Era algo que almejava?

Fábio Porchat: Fiquei muito feliz quando soube, porque o programa foi um sucesso no GNT e agora vai atingir um público muito maior. É um programa leve, para dar risada e ir dormir feliz, tranquilo. No meio de tantas notícias ruins é ótimo que o público possa ter acesso a um conteúdo inédito na TV aberta e tão legal. Quando o projeto começou não pensei em fazer para ser exibido na TV aberta, mas hoje isso mostra o quanto ele é forte.

A quais fatores atribui o sucesso do ‘Que história é essa, Porchat?’?

FP: Acho que as histórias são a razão do sucesso, acredito que as pessoas estão cansadas de só ouvir briga, polarização, também querem ligar a televisão para relaxar e se divertir. O melhor do talk show são as histórias engraçadas, curiosas, e por isso quis fazer um programa só com histórias.

Quais as histórias contadas na primeira temporada ficaram mais marcadas na sua lembrança?

FP: A história da Regina Casé e da Claudia Raia são hilárias. A de Ivete Sangalo e do Kiko Mascarenhas para mim estão entre as mais engraçadas que já passaram pelo programa, são as primeiras que de cara já me lembro.

Muitas histórias viraram memes e viralizaram nas redes socuuas. Como percebe essa repercussão?

FP: Muitas delas viralizaram nas redes sociais, o que me deixa muito feliz porque o que está repercutindo é a história pura, sem polêmicas e sem tentar relembrar opinião sobre algum assunto passado. São simplesmente histórias divertidas dando certo.

Como surgiu a ideia do programa? Conte um pouco o processo de concepção do formato.

FP: A ideia para esse programa surgiu quando eu me dei conta de que todo mundo estava querendo dar opinião, querendo ‘lacrar’, polarizar, e é ótimo que existam meios para as pessoas fazerem isso, mas senti que o público queria respirar também. Pensei que no fim das contas o filé mignon do talk show são as histórias, assim era no programa do Jô Soares, a gente lembra das historias engraçadas, curiosas.

Quais os critérios para a seleção dos convidados e dos anônimos que contam suas histórias?

FP: Para selecionar os convidados, a gente pedia que enviassem opções de histórias por áudio, para entendermos se funcionaria para o programa. Não adianta ter um convidado grande, famoso, se a história não é tão boa. A essência do programa são as boas histórias que intrigam o público, então existe uma curadoria muito forte minha e da redatora final Paula Miller, para deixar o programa o mais interessante possível.

Quais os famosos ainda não participaram e você gostaria de ter no programa?

FP: Gostaria muito que o Pedro Bial participasse, o Faustão é o meu maior sonho, queria também o William Bonner, pessoas que a gente não imagina que contem histórias diferentes ou pelo menos histórias que nunca contaram antes. E Roberto Carlos um dia terei!

Quais os maiores desafios que encontrou pelo caminho desde o início do projeto?

FP: O maior desafio foi convencer de que o programa não precisava de jogos, notícias, reality show, apenas histórias, e no princípio duvidaram muito de que daria certo. Quando eu fazia talk show era eu em função de um formato, então para criar esse programa pensei: o que sei fazer bem? Improvisar, contar histórias, ouvir as pessoas e fazer com que as histórias delas se potencializem. Resolvi criar um formato que ficasse a meu favor e acho que esse é um grande diferencial.

Related Posts
Leia Mais

Nasce Uma Rainha ganha trailer

A Netflix divulgou primeiro trailer do novo reality show brasileiro Nasce Uma Rainha, apresentado por Gloria Groove e…