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A Xiaomi lançou hoje (13) em um evento fechado, transmitido online, seus dois novos smartphones topo de linha. O início do evento foi marcado por um discurso sobre a epidemia que tem assombrado a China e o mundo. Também tivemos um vídeo do presidente da Qualcomm, Cristiano R. Amon, falando sobre a importância da parceria entre as duas empresas e desejando que o país se recupere desse surto.

Saindo desse tema tenso de saúde pública a Xiaomi falou sobre seus aparelhos.

Começando pelo Mi 10

Ele vem com o Snapdragon 865, 8 ou 12 GB de RAM DDR5 e 128 ou 256 GB de armazenamento UFS 3.0.

O display é um Super AMOLED de 6,7″, bordas curvas e furo no canto para abrigar a câmera de 20 MP. A resolução é Full HD+ (2340×1080), DCI-P3, HDR 10+ e brilho 5000000:1.

Ele vem com som estéreo, com speakers no topo e na base do smartphone. Também conta com NFC e carregamento reverso. Por falar nisso, ele suporta carregamento de 30W via cabo e QI, enquanto o carregamento reverso chega a 10W.

Para garantir o funcionamento de todo esse conjunto, a bateria é de 4780 mAh.

O smartphone tem um total de 5 câmeras, sendo que 4 ficam atrás mais a selfie. Um sensor é de 2 MP para medir profundidade, para desfoque de fundo. O sensor principal tem 108 MP, com uma camada de lente a mais que o Mi Note 10, o que garante um processamento melhor da luz, tornando as imagens melhores. Há um sensor Macro de 2 MP e o ultrawide de 13 MP.

Mi 10 Pro

O Mi 10 Pro tem muita semelhança com o Mi 10, mas alguns detalhes podem chamar a atenção de alguns fãs.

Começando pela tela, que a Xiaomi chamou de Pro Display, ela tem a mesma resolução, mas tem uma taxa de atualização de 90 Hz, e toques de 180Hz. Isso garante maior fluidez em jogos.

A resolução Full HD+ permanece a mesma, isso porque na resolução 2k, gastaria bastante energia. A própria Samsung reduz a resolução do S20 (e variantes) para 1080p no modo 120Hz. O display Super AMOLED tem até 1200 nits de brilho com contraste infinito.

A versão Pro salta o armazenamento para 256 GB, podendo chegar até 512 GB. Lembrando que nenhuma variante tem opção de expansão de memória por Micro SD. A memória RAM permanece a mesma, ou seja, tem opção de 8 GB ou 12 GB. Nada de 16 GB de RAM, como no S20.

O tipo de RAM LPDDR3 e armazenamento UFS 3.0 também estão aqui.

Sobre a energia, ele vem com uma bateria de 4.500 mAh. Sim, é menor que o Mi 10. O carregamento via cabo, no entanto, é de 50W, via Qi é 30W e o reverso de 10W. A Xiaomi promete chegar em 100% de bateria em apenas 65 minutos.

Nas câmeras temos pequenas diferenças. O mesmo sensor de 108 MP está aqui, mas parece que a atenção no software foi dobrada. Na sua apresentação, a Xiaomi fez uma demonstração de astronautas chineses que levaram o smartphone para a base espacial e tiraram fotos com o smartphone. Houve até comparações com o satélite da Google.

No lugar das lentes macro e de profundidade, o smartphone ganha duas lentes de zoom. Um sensor com zoom híbrido de 10x (5MP) e um sensor de 2x 12 MP. A lente ultrawide é de 20 MP. Os dois smartphones gravam em até 8k 30fps.

Com o cancelamento da MWC, não sabemos quando será anunciado globalmente, mas o Mi10 já está em pré venda na China por US$615,00 (~R$2800,00 em conversão direta sem taxas e impostos) para a versão mais básica de 8/128.

O Mi 10 Pro começa a pré venda dia 17 por US$715,00 (~R$ 3200,00 em conversão direta, sem impostos) na versão mais simples de 8/256.

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